Jornal Hoje - 13 de dezembro de 2008
O sindicato do setor imobiliário vai fechar 2008 comemorando. Só a Caixa Econômica Federal financiou mais de 300 mil imóveis.
A crise financeira provocou uma onda de recessão no mundo. No Brasil, a maioria das empresas pisou no freio. Mas o segmento de imóveis populares continua aquecido. O sindicato do setor imobiliário vai fechar 2008 comemorando. Só a Caixa Econômica Federal financiou mais de 300 mil imóveis.
O empreendimento em Guarulhos é 100% financiado. A entrada é de no máximo R$ 1,8 mil e as parcelas durante a obra não chegam a R$ 200,00.
Depois de pronto, serão 300 prestações de R$ 600,00. À vista, o apartamento, que tem uma média de 48 metros quadrados, sai por R$ 77 mil. Em oito meses foram vendidos 700 apartamentos. Quem compra são profissionais com rendimento de até R$ 2,5 mil.
“A crise não diminuiu a venda para esse nível de público. Ele precisa disso. Ele está casando, está saindo de aluguel, buscando outro espaço e querendo se estruturar no início de vida”, explicou Durval Gomes, diretor do empreendimento.
O seu Airton e a dona Eliana compraram um apartamento de três quartos no valor de R$ 98 mil. O antigo ficou pequeno para a família de quatro pessoas.
O vigilante Adriano Ribeiro tem outros planos. Vai casar no ano que vem e não quer pagar aluguel. “Pagar aluguel hoje em dia não compensa porque as prestações são mínimas também. As parcelas que vou pagar num aluguel, eu pago um apartamento”, calculou.
Esse tipo de consumidor é o responsável pelo aquecimento nas vendas de casas mais populares. Segundo o Sindicato da Habitação, até 2006 a maior parte dos lançamentos era de imóveis de luxo, de três e quatro dormitórios.
Hoje, esse tipo de venda caiu 20%. Enquanto isso, apartamentos mais baratos para as classes C, D e E, de dois e três dormitórios, estão vendendo 20% a mais. “Esse novo mercado é um mercado muito interessante. É aí que vai sustentar o crescimento do país e, principalmente, sustentar o crescimento do mercado imobiliário”, explicou Celso Petrucci, diretor executivo Secovi.
O sindicato do setor imobiliário vai fechar 2008 comemorando. Só a Caixa Econômica Federal financiou mais de 300 mil imóveis.A crise financeira provocou uma onda de recessão no mundo. No Brasil, a maioria das empresas pisou no freio. Mas o segmento de imóveis populares continua aquecido. O sindicato do setor imobiliário vai fechar 2008 comemorando. Só a Caixa Econômica Federal financiou mais de 300 mil imóveis.
O empreendimento em Guarulhos é 100% financiado. A entrada é de no máximo R$ 1,8 mil e as parcelas durante a obra não chegam a R$ 200,00.
Depois de pronto, serão 300 prestações de R$ 600,00. À vista, o apartamento, que tem uma média de 48 metros quadrados, sai por R$ 77 mil. Em oito meses foram vendidos 700 apartamentos. Quem compra são profissionais com rendimento de até R$ 2,5 mil.
“A crise não diminuiu a venda para esse nível de público. Ele precisa disso. Ele está casando, está saindo de aluguel, buscando outro espaço e querendo se estruturar no início de vida”, explicou Durval Gomes, diretor do empreendimento.
O seu Airton e a dona Eliana compraram um apartamento de três quartos no valor de R$ 98 mil. O antigo ficou pequeno para a família de quatro pessoas.
O vigilante Adriano Ribeiro tem outros planos. Vai casar no ano que vem e não quer pagar aluguel. “Pagar aluguel hoje em dia não compensa porque as prestações são mínimas também. As parcelas que vou pagar num aluguel, eu pago um apartamento”, calculou.
Esse tipo de consumidor é o responsável pelo aquecimento nas vendas de casas mais populares. Segundo o Sindicato da Habitação, até 2006 a maior parte dos lançamentos era de imóveis de luxo, de três e quatro dormitórios.
Hoje, esse tipo de venda caiu 20%. Enquanto isso, apartamentos mais baratos para as classes C, D e E, de dois e três dormitórios, estão vendendo 20% a mais. “Esse novo mercado é um mercado muito interessante. É aí que vai sustentar o crescimento do país e, principalmente, sustentar o crescimento do mercado imobiliário”, explicou Celso Petrucci, diretor executivo Secovi.

Nenhum comentário:
Postar um comentário